E não é mágica
20 de março de 2014

A importação de gasolina pesa nas contas da Petrobras e do país e, como as refinarias da empresa já atingiram o limite da capacidade de produzi-la aqui, o jeito será encontrar soluções inovadoras para manter a oferta a um custo mais baixo. A nafta de baixa octanagem, que é mais barata, poderá ser usada para esse fim, assim como óleo condensado que a Petrobras tem hoje de sobra na Bolívia. As soluções ainda estão na fase de estudo, mas as hipóteses já levantadas talvez permitam reduzir em dois terços as atuais importações de gasolina.

As futuras refinarias Abreu e Lima (Suape) e Comperj (Itaboraí) não produzirão gasolina. Mas produzirão esse tipo de nafta (de baixa octanagem) que serve para se fazer a gasolina usada no Brasil, com elevada adição de álcool anidro (de alta octanagem).

O Globo

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