Nova prática de fertilização tem agradado produtores de Mato Grosso
22 de fevereiro de 2014

Conhecida como “poupança de solo”, a nova prática de aplicar fertilizante tem agradado produtores de Mato Grosso. O beneficio é sentido no bolso. O custo da produção por hectare pode reduzir em até 30%, sendo necessário somente monitorar as reservas de nutrientes.

Há seis anos a estratégia é estudada pela Fundação Mato Grosso e reproduzida no campo experimental da instituição em Itiquira, a 359 quilômetros de Cuiabá. O pesquisador da Fundação MT, José Francisco Cunha, explica os benefícios e cuidados necessários durante a produção da safra.

“O produtor pode fazer uma adubação de manutenção com o custo bastante moderado. Mas pra isso, ele precisa ter um bom estudo, acompanhamento das áreas, análise de solo e um bom trabalho de monitoramento”, explica Cunha.

Quem também testa este modo de cultivo é o agricultor Marciano Migliavaca, que faz rotação de cultura em 25% da área total da propriedade. Após a colheita do algodão, que recebeu a dose extra de fertilizante, são plantados milho e soja.

“Praticamente a gente não usa nada de adubo, tanto na soja, como no milho safrinha. É uma economia grande com essa rotação”, diz Migliavaca. Ele ainda completa que “adubando bem, tendo um solo bem corrigido, com certeza é produtividade na certa”.

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