Exportadores de Mato Grosso buscam portos alternativos para escoar produção
28 de janeiro de 2014

A ineficiência da logística de Mato Grosso promoveu a diversificação dos portos brasileiros para o escoamento da produção agrícola. Apesar do porto de Santos contunuar sendo o principal ponto de embarque, a sua participação reduziu de 70%, em 2012, para 57%, em 2013.
 
Dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostram que os portos de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, responsável por embarcar 8,8% do total, e o de Santarém, no Pará, com 7,3%, estão entrando na preferêcia dos exportadores mato-grossenses.
 
 
De acordo com o analista do Imea, Angelo Ozelame, esse aumento para portos alternativos é uma tentativa de reduzir os custos com a logística. Além disso, ecitar os problemas de superlotação nos principais portos brasileiros.
 
 
Conforme ele, foram embarcados 15,7 milhões de toneladas de milho no ano passado. O volume é 72% maior se comparado ao total exportado em 2012.  Mais de 70% dos embarques de 2013 foram realizados no segundo semestre do ano.

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