Conab anuncia leilão de 250 mil toneladas de milho em MT
13 de novembro de 2013

A Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou, hoje, novo leilão de repasse de contratos de Opção de milho feitos no Mato Grosso, no qual serão ofertados 250 mil toneladas do grão. O objetivo do arremate, que acontecerá no próximo dia 20, é atender principalmente produtores de suínos e de frango do Norte, do Nordeste e de parte do Sudeste.

Do total ofertado, 200 mil toneladas de milho serão enviadas para o Norte e o Nordeste, e as outras 50 mil para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e norte de Minas Gerais.

Para o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, o governo visa com esse repasse desafogar os armazéns no norte de Mato Grosso e abastecer o Nordeste, que é importador de milho e necessita do produto para os setores de avicultura e suinocultura, bem como para o setor continuar mantendo suas atividades de maneira competitiva.

Vale ressaltar que o leilão é resultado da Portaria Interministerial Nº 1.066-A, publicada no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 8 deste mês e que altera o artigo 5º da Portaria Interministerial nº 496/2013. A mudança afeta especialmente a fórmula do Valor Máximo do Prêmio (VMP), que será aplicada apenas nos casos em que o produto arrematado no leilão tenha como destino as regiões Norte e Nordeste; os estados do Espírito Santo, do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul; e os municípios situados ao norte do Estado de Minas Gerais.

Pela Portaria n° 496, caso os repasses dos contratos de Opção sejam cumpridos, ao invés do cereal ser destinado aos armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deverá ser entregue diretamente aos produtores nordestinos.

O Contrato de Opção de Venda é uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural e/ou sua cooperativa o direito, mas não a obrigação, de vender seu produto para o governo, em uma data futura, a um preço previamente fixado. Serve para proteger o produtor rural e/ou sua cooperativa contra os riscos de queda nos preços.


Fonte: Só Notícias/Agronotícias com assessoria

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