Geller diz em Sorriso que ministério está pronto para mais leilões de milho
17 de julho de 2013

O presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, agradeceu o empenho do secretário Nacional de Política Agrícola, Neri Geller, para a realização dos leilões de milho, que é uma demanda da classe produtora. “É importante termos uma pessoa que realmente entende do nosso setor em uma pasta tão importante, pois consegue trabalhar para a melhoria do agronegócio no país”, disse, durante reunião, no final de semana, em Sorriso. Geller trouxe até os técnicos que puderam explicar aos produtores rurais como serão realizados os leilões, principalmente o da pr;óxima 6ª feira, via Prepo. Ele salientou a importância de se fazer as discussões antes do primeiro leilão, para facilitar ao máximo o mecanismo e dar transparência ao processo. “Queremos aperfeiçoar o mecanismo para que o produtor tenha o direito constitucional do preço mínimo atendido”, afirmou.

“Entendemos que esse edital está bem mais próximo da realidade do produtor, mas este espaço é justamente para que todas as dúvidas sejam tiradas e caso haja necessidade de mudanças, o faremos”, disse o representante da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Charles Abreu.

O secretário disse que, caso haja necessidade de outros leilões, a classe será atendida. “Se precisar de mais leilões, estamos preparados e não precisamos mais de portaria. Agora está com o Ministério da Agricultura”, ressaltou.

Charles Abreu disse que esse momento é muito importante para Mato Grosso e evidenciou a importância de se ter alguém no governo que conhece as prioridades do setor agrícola no Estado.

Uma das diferenças e melhorias no edital deste ano é que o produtor pode fazer a desobrigação do Pepro. “Caso ele não consiga vender até o dia 16 de agosto ele pode fazer a desobrigação. O produtor não é mais multado por isso. As mudanças são para reduzir o prejuízo para o produtor e eliminar possíveis pressões por parte do comprador”, explicou Charles Abreu.

Para o produtor de Nova Ubiratã, Valcir Antonio Belusso, a venda tinha que ser limitada por CPF para evitar a queda do valor do prêmio. “Com os baixos preços do milho, todo mundo vai entrar, aí o prêmio vai cair. Tinha que limitar por CPF”, finalizou ele.

Estavam presentes também, técnicos da Conab e do Ministério da Agricultura e o presidente do Sindicato Rural de Sorriso, Laercio Lenz.


Fonte: Só Notícias/Agronotícias com assessoria

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